segunda-feira, 23 de julho de 2018

AMA - Divulgação


Caras amigas, a Santa Lolla está realizando uma ação especial e exclusiva que, além de conscientizar as pessoas sobre o autismo, nos ajudará financeiramente. Para fazer parte desta iniciativa, visite uma loja Santa Lolla e compre um dos modelos da campanha. Além de ficar linda, você contribuirá com nossa causa.


sexta-feira, 13 de julho de 2018

"Educação Inclusiva: do que estamos falando?" Avaliação - Recorte

"Educação Inclusiva: do que estamos falando?" Avaliação - Recorte

"Trata-se de um tema complexo e importante. Um dos aspectos importantes diz respeito à avaliação diagnóstica, compatível com um modelo de deficit e que queremos substituir. Do ponto de vista clínico, com vistas a tratamento é importante diagnosticar, buscar as causas e fazer prognósticos terapêuticos. Do ponto de vista pedagógico, o diagnóstico clínico nem sempre oferece aos educadores as pistas do que devem fazer, no âmbito pedagógico. Sob esse aspecto, mais importante é avaliar os fatores que bloqueiam ou facilitam a aprendizagem, com vistas a identificar e operacionalizar as providências pedagógicas a serem adotadas pelos professores, em sala de aula.

Quanto ao aproveitamento na aprendizagem, tudo o que se tem criticado sobre a avaliação como aferição do rendimento escolar, aplica-se a qualquer aluno. A avaliação não deve ter o papel de prática rotuladora que estigmatiza e segrega, mas, o de sinalizar as mudanças que precisam ocorrer."   

Fonte: Rosita Edler Carvalho 

"Educação Inclusiva: do que estamos falando?" - Vamos estudar!


"Retomando trechos da Declaração de Salamanca, fica ressaltada que a proposta de educação inclusiva não é específica para alunos e alunas com necessidades educacionais especiais ou outro termo que se escolha. Como processo contínuo, dialético e complexo diz respeito a qualquer aluno que, por direito de cidadania, deve frequentar escolas de boa qualidade, onde aprenda a aprender, a fazer, a ser e onde participe, ativamente. Inúmeros desafios são identificados e precisam ser removidos; dentre eles o aspecto atitudinal se destaca, particularmente pelos preconceitos e esteriótipos com que a diversidade biológica tem sido tratada e internalizada no imaginário coletivo."

Fonte: Rosita Edler Carvalho  

AMA - Estágio - Divulgação



Estão abertas as inscrições da nossa Chamada de Estágio para Unidade do Cambuci, que ocorrerá do dia 23 de Julho à 2 de Agosto. 

Acesse ao link a seguir, leia o regulamento e inscreva-se: https://www.ama.org.br/site/voce-e-a-ama/centro-de-conhecimento/programa-de-estagio/

Inscrições abertas! Curso Gratuito Mediadores do Brincar Inclusivo


terça-feira, 19 de junho de 2018

AMA - CURSO: "Jogos e brincadeiras para o desenvolvimento social e ...


No dia 18 de Agosto será realizado o curso "Jogos e brincadeiras para o desenvolvimento social e cognitivo de pessoas com TEA". Comprando até o dia 08/08, o valor do curso com desconto é R$201,00, após essa data o preço será de R$300,00.
Não perca essa oportunidade. Compartilhe e marque seus amigos.
Link para compra: https://www.ama.org.br/site/produto/jogos-e-brincadeiras-para-o-desenvolvimento-social-e-cognitivo-de-pessoas-com-tea/
Descrição: Ao longo deste curso, discutiremos as peculiaridades do brincar e do jogar para pessoas com autismo de todas as idades, de forma a abordar os benefícios e desafios dessa proposta. Além disso, proporemos estratégias para o uso bem-sucedido de atividades lúdicas com o objetivo de promover o desenvolvimento destes sujeitos. Por fim, forneceremos exemplos de brincadeiras e jogos particularmente interessantes neste contexto, juntamente com ideias de adaptação e confecção de brinquedos e jogos que apresentem características que favoreçam o desenvolvimento de habilidades sociais e cognitivas.


quinta-feira, 14 de junho de 2018

Divulgação AMA - Calendário de Cursos

Divulgação AMA - Calendário de Cursos

Esse é o nosso Calendário de Cursos para o segundo semestre de 2018. Confira as datas e inscreva-se, pois, as vagas são limitadas. Compartilhe com os amigos.


quarta-feira, 6 de junho de 2018

Autismo - Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo - FACEBOOK

ATENÇÃO! SAIBA MAIS SOBRE TRIAGEM INFANTIL PARA AUTISMO: 

HTTPS://GOO.GL/THHYY5

SAIBA SOBRE TRIAGEM INFANTIL PARA AUTISMO

Publicado em 28 de maio de 2018

Um estudo publicado na edição de junho de 2018 da revista Pediatrics realizado com mais de 68.000 crianças da Noruega, mostra por que algumas crianças que foram triadas com negativas para Autismo com 18 meses e posteriormente passam a receber um diagnóstico de autismo.
No trabalho foram comparados perfis de gênero, de desenvolvimento e comportamentos psicológicos realizados com 18 meses de idade, em crianças que tiveram triagem negativa para transtorno do espectro do autismo (TEA) realizado através da ferramenta Lista de Verificação Modificada para Autismo em Crianças (M – CHAT (http://autismo.institutopensi.org.br/ferramentas-de-apoio/instrumentos-diagnosticos/escalas-m-chat/), mas depois recebem diagnósticos de TEA (grupo falso-negativo) versus aqueles sem diagnósticos posteriores de TEA (grupo verdadeiro negativo).
Este é o primeiro estudo a revelar que as crianças que passam pelo rastreamento aos 18 meses e são posteriormente diagnosticadas com TEA exibem atrasos nas principais áreas sociais e de comunicação, bem como habilidades motoras finas aos 18 meses. As diferenças pareciam ser mais pronunciadas nas meninas. Com esses achados, ressaltamos a necessidade de melhorar a compreensão dos marcadores precoces de TEA em meninos e meninas, bem como os fatores que afetam o relato dos pais sobre atrasos e anormalidades precoces, para melhorar a sensibilidade dos instrumentos de rastreamento. Estudo olha para meninos e meninas com autismo que falsamente tela negativa em uma idade precoce
O estudo “Características Clínicas de Crianças com Autismo que Passaram a Rastreio de 18 Meses”examinou os perfis de desenvolvimento e comportamentais de crianças com 18 meses de idade, todas as quais receberam um resultado negativo em um questionário dirigido pelos pais projetado para triagem para o autismo. Os autores descobriram que havia várias diferenças no comportamento identificado pelos pais entre os bebês que não receberam um diagnóstico posterior do transtorno do espectro do autismo, em comparação àqueles que o fizeram. Essas diferenças incluíram atrasos na interação social, comunicação e capacidade motora – todos os recursos associados ao TEA.
Esses resultados sugerem que os pais podem ter dificuldades em relatar dificuldades mais sutis associadas ao TEA, como engajamento social limitado, ou que algumas crianças com TEA podem apresentar comportamentos atípicos de forma inconsistente ou com intensidades menores, tornando mais provável que os pais desconsiderem os comportamentos na triagem processo. Curiosamente, os pesquisadores notaram que as meninas diagnosticadas posteriormente com autismo tinham menos probabilidade de ter cuidado com estranhos e, assim, parecer mais sociais, o que poderia mascarar comportamentos associados ao autismo.
Esses achados sugerem também que, aos 18 meses, há diferenças sutis entre homens e mulheres que fazem o rastreamento negativo e, posteriormente, recebem um diagnóstico de transtorno do espectro do autismo. Os pesquisadores recomendam que os médicos sejam particularmente cautelosos quanto ao desconto de sintomas de dificuldades sociais em mulheres, pois elas podem ser mascaradas por um medo social mais baixo. Além disso, eles observam que suas descobertas sugerem a necessidade de melhorar a compreensão sobre como melhorar os instrumentos de rastreamento.
Muito interessante este estudo pois mostra que precisamos aprimorar a interpretação da triagem através do M-Chat e que também temos que ficar atentos ao desenvolvimento das crianças, mesmo elas tenham sido triadas negativamente para autismo. Nestes aspectos nossa Fundação atua fornecendo material gratuitamente em seu portal, com 13 apostilas educativas para os interessados no assunto e em cursos e palestras para profissionais da saúde e público leigo.
Saiba mais sobre no nosso blog:

Autor: Dr. José Luiz Setúbal

Fonte: Pediatrics, May 2018
Clinical Features of Children With Autism Who Passed 18-Month Screening
Roald A. Øien, Synnve Schjølberg, Fred R. Volkmar, Frederick Shic, Domenic V. Cicchetti, Anders Nordahl-Hansen, Nina Stenberg, Mady Hornig, Alexandra Havdahl, Anne-Siri Øyen, Pamela Ventola, Ezra S. Susser, Martin R. Eisemann, Katarzyna Chawarska

As informações contidas neste site não devem ser usadas como um substituto para o cuidado médico e orientação de seu pediatra. Pode haver variações no tratamento que o pediatra pode recomendar com base em fatos e circunstâncias individuais.

quarta-feira, 30 de maio de 2018

AMA- Associação de Amigos do Autista - SP


O próximo evento do ciclo de palestras "Meu Filho tem Autismo", acontecerá no dia 25/06, das 18:30 às 20:30.

Tema: Psicoterapia e Autismo de Alto Funcionamento

Palestrante: Yasmyn Silva (Psicóloga da AMA)

Para participar, basta levar 1 kg de alimento não-perecível no dia da palestra.
 

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