segunda-feira, 6 de março de 2017

Uma história de superação de obstáculos ...


Linda reportagem feita por um aluno do nosso curso do NEAD UNESP/jornalista da UnB (Jorge de Almeida Gil, Voice Audiodescrição): http://noticias.unb.br/…/117-pesq…/444-primeira-doutora-cega

UnB Notícias - Estudante cega é doutora em Letras

A história de Candice Assunção é marcada pela superação de obstáculos. Uma das maiores lutas veio ainda na adolescência quando, aos 17 anos, vítima de um erro médico, perdeu a visão. Mais de 20 cirurgias foram realizadas, sem sucesso, na tentativa de reverter o quadro. Essa goiana de Anápolis, entre...
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A história de Candice Assunção é marcada pela superação de obstáculos. Uma das maiores lutas veio ainda na adolescência quando, aos 17 anos, vítima de um erro médico, perdeu a visão. Mais de 20 cirurgias foram realizadas, sem sucesso, na tentativa de reverter o quadro. Essa goiana de Anápolis, entre...
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sexta-feira, 3 de março de 2017

Mais informações aos Professores sobre Autismo


ESTRATÉGIAS PARA MANTER A ATENÇÃO DO ALUNO AUTISTA EM SALA DE AULA


A manutenção de um aluno autista em sala de aula pode parecer um grande desafio para o profissional da educação. Muitas pessoas os enxergam como pessoas de difícil relacionamento, o que implicaria em problemas no andamento de uma aula, por exemplo.
Entretanto, é preciso acabar com este preconceito e adotar outra visão acerca dessas crianças. Aqui, você verá estratégias para professores despertarem a atenção dos pequenos. As dicas são muito interessantes e, com certeza, serão muito úteis para você. Estão prontos? Confira abaixo.

Utilizar linguagem objetiva


É extremamente aconselhável que se utilize esse formato de linguagem, pois o autista gosta de entender tudo o que se fala, mas no sentido literal da palavra. Evite as conotações.

Utilizar abordagens sensoriais


O autista precisa ser acompanhado de perto quando o assunto for aspecto sensorial. É muito comum que uma de suas habilidades seja mais apurada que as das outras crianças. Caso o pequeno apresente alguma resistência a um barulho, a um cheiro ou imagem; não a force. Converse com os pais. Só uma equipe de profissionais pode propor uma intervenção eficaz. Se o aluno não demonstrar resistência aos estímulos, então explore as habilidades (visão, audição, etc.). Tudo dentro da possibilidade que o pequeno oferece.

Adaptar currículo, provas e avaliações


O aluno autista está em sala de aula junto com os demais, mas ele necessita que as avaliações sejam adaptadas.

Privilegiar as habilidades


O aluno autista é diverso, pois cada um apresenta uma característica. Há estudantes que são completamente organizados em um item ou têm total predisposição para um campo do conhecimento. Ao notar alguma facilidade do aluno, tente trabalhar isso com riqueza.

Propor atividades baseadas no interesse do aluno


O autista tem a personalidade forte, no que diz respeito aos interesses. Isso só deve ser tratado por médicos especialistas, mas o papel do educador, então, é estimular a criança através de atividades que estejam relacionadas com o interesse do pequeno.

Utilizar jogos


Alguns jogos podem ser ideais para ensinar um autista, mas é preciso que o professor se informe antes com os pais e os médicos da criança. Isso tudo porque o pequeno pode ter alguma hipersensibilidade com cores, barulho, etc. Outro detalhe é não promover jogos que ‘prendam’ o aluno por muito tempo.

Evitar atividades muito longas


É imprescindível que se evite atividades muito longas, porque a criança autista pode se entediar facilmente, ainda mais se não houver nada de seu interesse. Além disso, é importante salientar que o tempo do pequeno com autismo é diferente do restante das crianças. É preciso respeitar.

Propor atividades que estimulem o pensamento lógico


Isso pode ser feito por meio de algum jogo ou outra atividade lúdica que seja responsável por estimular o raciocínio lógico do aluno autista. Lembrando sempre que cada um tem o seu tempo.

Propor pequenas tarefas, mesmo que sejam diversas


Traga a criança autista para o convívio da sala. Estimule-o com tarefas simples, mas que mostrem a ele o quanto é capaz.

Explorar o cotidiano


Parte importante e que terá reflexos muito bons na vida do autista. É muito eficaz que as tarefas do cotidiano sejam apresentadas ao pequeno desde cedo.

Privilegiar vínculos afetivos e incentivar sempre


Por fim, mas não menos importante, quando o educador privilegia os vínculos afetivos entre a criança autista e seus colegas, o convívio fica muito melhor. O incentivo também deve estar sempre presente. Todo o desempenho do pequeno deve ser reconhecido.

Divulgação de Curso - UNESP


Práticas Educacionais Inclusivas na área da Deficiência Intelectual

Livro representando tela de um computador interligado à um mouse
18 semanas | 180 horas | Há programa de certificação e tutoria | Natureza Aperfeiçoamento
Previsão de inicio: 28/03/2017 (mediante formação de turma) - Ressaltamos que a prestação dos serviços educacionais relativos ao curso escolhido está condicionada à inscrição de um número mínimo de participantes que seja suficiente para formar as turmas (tanto para cursos voltados aos profissionais Unesp quanto aos cursos para o público em geral).
Autorizado por: Proex/Unesp
Sobre o curso: Serão apresentados aos cursistas, via EaD, cadernos de leituras com os conteúdos das disciplinas e textos de apoio. Os cursistas farão atividades on-line e práticas em seus ambientes de trabalho, permitindo a reflexão e troca de experiência das atividades desenvolvidas. Trata-se de uma versão atualizada, (especialmente nas legislações) do Curso “Práticas Inclusivas na área da Deficiência Intelectual”, ofertado em 6 versões numa parceria da Unesp com o MEC.
Objetivo: Os objetivos principais do curso é que os participantes sejam capazes de: a) conhecer o contexto histórico e legal da educação das pessoas com deficiência, b) realizar avaliações das condições do desempenho acadêmico e social de sua sala, c) planejar estratégias de ensino colaborativamente com o professor do Atendimento Educacional Especializado (AEE) que acolham a diversidade e promovam o desenvolvimento de todos os alunos, valorizando as diferenças individuais e d) elaborar registro da avaliação pedagógica inicial, do processo de escolarização e planejamento de ensino individualizado.
Público-alvo: Professores e demais profissionais da área da educação e áreas afins.
Dinâmica do Curso: O curso será oferecido no AVA Moodle. Serão utilizados os recursos: ferramentas de comunicação e tutoriais disponibilizados no ambiente. O curso tem a duração de 180 horas divididas em 10 horas de estudos semanais. As atividades realizadas pelo estudante neste período são: participar de debates e discussões nos fóruns, realizar leitura crítica de textos, realizar exercícios, análise de situações fictícias contextualizadas, entre outros. Ainda, serão disponibilizados espaços no AVA para interação entre os participantes, como: chat, fóruns de apresentação e sala virtual. As abordagens metodológicas utilizadas serão “Estar Junto Virtual” e “Ambiente Construcionista, Contextualizado e Significativo”. A Metodologia utilizada no desenvolvimento do curso prevê leitura de textos para cada uma das temáticas estudadas, tutores on-line para acompanhamento, orientações e mediação no desenvolvimento das atividades de aprendizagem.
Avaliação: Mais do que receber uma nota, nossa proposta é que o cursista se aproprie dos conteúdos e realize com sucesso todas as atividades. Para isso o tutor e o formador acompanharão o desempenho do cursista. Caso sua tarefa não tenha atingido plenamente os objetivos, ele receberá orientação de como melhorar seu desempenho, permitindo que refaça com sucesso. Este movimento poderá acontecer sempre que for necessário, em todas as disciplinas.
Pré-requisito: Ter uma graduação.
Conteúdo programático:
Módulo 1 - Moodle - Ambientação Virtual de aprendizagem
Módulo 2 - A história da inclusão social e educacional da pessoa com deficiência; Um contexto possível para as teorias do desenvolvimento humano; Deficiência intelectual: conceitos e definições; A ética, o professor e a educação inclusiva; Fundamentos para uma educação na diversidade; Família e escola.
Módulo 3 - Projeto político pedagógico na perspectiva da educação inclusiva; As habilidades sociais nas relações interpessoais nas práticas pedagógicas; As contribuições das teorias do desenvolvimento humano e da aprendizagem para as práticas pedagógicas; As contribuições das teorias do desenvolvimento humano e da aprendizagem para as práticas pedagógicas inclusivas.
Módulo 4 - Avaliação educacional: base para o planejamento de procedimentos de ensino; A relação entre a avaliação e a proposição de objetivos; Elaboração de relatório descritivo; Desempenho social pró-acadêmico; Plano ensino individualizado (PEI) em contextos inclusivos.
Módulo 5 - Ensino colaborativo; Sexualidade e deficiência intelectual: questões teóricas e práticas; Organização do trabalho pedagógico em classes comuns com alunos com Deficiência Intelectual: flexibilização e adequações curriculares; Reflexões sobre a alfabetização: conhecimento e desafios para a introdução ao mundo letrado; A matemática na infância; Criatividade e ludicidade nas práticas pedagógicas.
Coordenadora/Docente responsável: Profª Vera Lúcia Messias Fialho Capellini
Minicurrículo: Graduada em Pedagogia pela Universidade Metodista de Piracicaba (1991), Mestrado (2001) e Doutorado (2004) em Educação Especial pela Universidade Federal de São Carlos. Realizou em 2012 Pós-Doutorado na Universidade de Alcalá-Espanha, a partir do qual defendeu sua Livre docência em Educação Inclusiva em 2014. Atualmente é Professora Adjunto do Departamento de Educação, do Programa de Pós-graduação em Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem e do Programa em Docência para a Educação Básica, da FC/ UNESP- Bauru. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em formação inicial e continuada de professores (nas modalidades presencial, semipresencial e EAD), prática de ensino, inclusão escolar e avaliação educacional. Líder do Grupo de Pesquisa: A inclusão da pessoa com deficiência, TGD e Altas Habilidade/Superdotação e os contextos de aprendizagem e desenvolvimento. É membro do Observatório Nacional de Educação Especial, ambos cadastrados no CNPQ. Presidente da comissão organizadora do I,II,III,IV e V Congresso Brasileiro de Educação da UNESP de Bauru. Foi coordenadora das 6 versões do Curso de Aperfeiçoamento em Práticas Educacionais Inclusivas em parceria com o Ministério da Educação de 2008 a 2013. É coordenadora do Curso de Especialização da Educação Especial do Redefor - nos 6 cursos nas áreas: Deficiência Auditiva/Surdez, Deficiência Física, Deficiência Intelectual, Deficiência Visual/Cegueira, Transtornos Globais do Desenvolvimento e Altas Habilidades/Superdotação - em parceria com SEE/SP.
Coordenadora/Docente responsável: Profª Drª Ana Claudia Bortolozzi Maia
Minicurrículo: Graduada em Psicologia. Mestre em Educação Especial e Doutora em Educação. Tem pós-doutorado junto ao Núcleo de Estudos da Sexualidade (NUSEX, UNESP, Araraquara). Atualmente é professora assistente-doutora da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP- Bauru). Docente junto aos programas de pós-graduação: “Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem” (Faculdade de Ciências, UNESP, Bauru), “Educação Escolar” e “Mestrado profissional em Educação Sexual” (Faculdade Ciências e Letras, UNESP, Araraquara). É Líder do Grupo de Estudos e Pesquisa Sexualidade, Educação e Cultura, GEPESEC e coordenadora do LASEX “Laboratório de Ensino e Pesquisa em Educação Sexual”. Atualmente atua como profª especialista em Educação Especial na área da Deficiência Auditiva, junto ao curso de Especialização da Rede de Formação de São Paulo (REDEFOR – SEE/SP). Tem experiência na formação continuada docente, na modalidade EaD e semipresencial. Atuou nas 4 versões do curso “Práticas Inclusivas na área da Deficiência Intelectual” (MEC), como profª formadora e pesquisadora.
Investimento: R$ 750,00 à vista ou em até 6 vezes no cartão. O pagamento também pode ser realizado através de Nota Fiscal para pessoa jurídica ou Nota de empenho. Nestes casos, envie e-mail com a solicitação para atendimentocursos@nead.unesp.br

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Movimento DOWN


Gabriel Lazzari comemorando sua aprovação no vestibular de Educação Física em Porto Alegre e Guilherme Campos a formatura em Gastronomia em São Paulo! Já passamos de 40 universitários! Veja a lista em nosso site http://www.movimentodown.org.br/…/inclusao-leva-a-universi…/ Veja a história do Guilherme na matéria do G1 http://g1.globo.com/…/jovem-com-sindrome-de-down-se-forma-e…

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Caminhada DOWN

JÁ SABEM DA NOVIDADE? 

Tem Bike Down no CaminhaDown, uma atividade que mistura aula de bicicleta com diversão e movimento tudo misturado junto.

Quando: 26 de março

Onde: Parque Villa-Lobos

Local: local de encontro do Bike Down a ser divulgado...


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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Oportunidades Especiais

A Par Corretora está contratando Pessoas com Deficiência.
Vaga: Vendedor de Seguros

Locais: Rio de Janeiro e São Paulo.


Síndrome de DOWN


Para celebrar o Dia Internacional da Síndrome de Down, o Movimento Down está lançando a campanha "Síndrome de Down tem Diretrizes". O objetivo é tornar as Diretrizes de Atenção à Pessoa com Síndrome de Down do Ministério da Saúde mais conhecidas pelas famílias e pela comunidade médica.
Saiba mais sobre a campanha e compartilhe as Diretrizes com seus médicos e amigos: http://www.movimentodown.org.br/…/213-sindrome-de-down-tem…/
Acompanhe aqui a programação do Dia Internacional da Síndrome de Down, 21/3: http://www.movimentodown.org.br/…/programacao-do-dia-inter…/
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Curiosidades sobre Autismo



Cérebro também é mais pesado do que o normal. Pesquisa é preliminar, mas indica um caminho para novos estudos.

Oportunidades Especiais

O McDonald's está contratando Pessoas com Deficiências.
Vaga: Médico do Trabalho

Local de Trabalho: Alphaville - Barueri/SP

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Carnaval e Inclusão



Todos merecem curtir a folia, foi por isso que surgiu o Bloco de Carnaval para surdos. No Brasil o ano começa quando mesmo? Depois da folia carnavalesca, é…