quarta-feira, 2 de abril de 2014

Vagas para pessoas com deficiência

PADEF oferece 358 vagas exclusivas para pessoas com deficiência no Estado

As vagas são para as mais diversas áreas e estão distribuídas entre a Região Metropolitana de São Paulo (39), Capital (279), Franca (10), Presidente Prudente (10), Sorocaba (05), São Roque (05).
Publicada em 01 de abril de 2014 - 11:15
Mão segura carteira de trabalho
Inclusão. Com o objetivo de inserir aspessoas com deficiência no mercado de trabalho, o PADEF (Programa de Apoio à Pessoa com Deficiência)Site externo., coordenado pela Secretaria de Estado do Emprego e Relações do Trabalho (SERT), e os Postos de Atendimento ao Trabalhador (PAT) oferecem nesta semana 358 oportunidades de emprego.

“Essas vagas são importantes e valorizam o nosso trabalho”, frisa a supervisora do Programa, Marinalva Cruz. “Queremos neste ano, superar a marca de 2013, quando inserimos 832 pessoas no mercado de trabalho”, acrescenta.
As vagas são para as mais diversas áreas e estão distribuídas entre a Região Metropolitana de São Paulo (39), Capital (279), Franca (10), Presidente Prudente (10), Sorocaba (05), São Roque (05), além de cinco vagas para trabalhar em Minas Gerais, uma para trabalhar em Brasília, uma para o Rio de Janeiro e mais uma para o Espírito Santo.
Confira os destaques:
 
Ocupação Local da Vaga Nº de Vagas Escolaridade Exige Experiência
Assistente administrativo Zona Norte e Sul de SP 08 Ensino Médio Não
Mecânico de manutenção de automóveis São Paulo – Várias regiões 10 Ensino Fundamental 06 meses
Técnico de enfermagem Franca 05 Ensino Técnico Não

O secretário do Emprego, Tadeu Morais, afirma que “Em 18 anos do PADEF realizamos inúmeras ações de conscientização, que resultaram no aumentou do conhecimento dos empregadores sobre a importância da inserção dessa parcela da população nos postos de trabalho espalhados pelo Estado”, conclui.
Sobre o PADEF
O Programa foi criado em 1995 e desde sua implantação inseriu mais de 13,5 mil pessoas com deficiência no mercado de trabalho.
Para os interessados, o PADEF oferece avaliação de perfil profissional, orientação quanto ao laudo médico e as exigências do mercado de trabalho, encaminhamento para cursos e/ou vagas disponíveis, emissão de carteira de trabalho e habilitação do seguro-desemprego e divulgação de oportunidades de emprego.
Para os empregadores, o programa realiza pré-seleção e encaminhamento de candidatos, salas para processos seletivos, orientação para análise de funções e palestras de sensibilização.
Como participar
As pessoas com deficiência e os empregadores devem se cadastrar no site:www.empregasaopaulo.sp.gov.br/maisemprego.mte.gov.brSite externo. .
O cadastro também pode ser feito em um dos 250 Postos de Atendimento ao Trabalhador (PATs), Poupatempo ou comparecer à sede do PADEF (Rua Boa Vista, 170 – 1º Andar – Bloco 4 – Centro – São Paulo). O horário de funcionamento na sede é das 8h às 16h, de segunda a sexta-feira.
Os documentos necessários para os candidatos às vagas de emprego são RG, CPF, PIS (quando tiver), carteira de trabalho, laudo médico com o Código Internacional de Doenças (CID) e Audiometria (no caso de deficiência auditiva). Para o empregador que deseja se cadastrar é preciso CNPJ, Razão Social, endereço e nome do solicitante da vaga.

Informações sobre Autismo

O desenvolvimento da criança autista

Para reforçar a importância do Dia Mundial da Consciencialização sobre o Autismo (2 de abril), o Vida Mais Livre preparou duas reportagens sobre esta síndrome. A segunda trata sobre o desenvolvimento e o cotidiano das crianças com autismo.
Foto de criança autista
Daniel Limas, da Reportagem do Vida Mais Livre
 
Como visto na matéria “O que é autismo?Site externo.”, os médicos reconhecem que o diagnóstico precoce é fundamental para a melhoria das crianças e seu desenvolvimento. Os pais, portanto, têm um papel fundamental nesse processo. Pela proximidade com o bebê, devem ficar atentos aos comportamentos diferentes da criança: ausência de respostas à fala da mãe, falta de contato ocular durante a amamentação, chorar ou ficar quieto demais, não estender os braços ou os dedos para indicar algo.
 
“Na verdade, a família deveria procurar o pediatra, mas, infelizmente, a maioria desses médicos não tem conhecimento suficiente sobre o autismo. Daí a grande importância de dias como o 2 de abril pra despertar a consciência de todos, inclusive dos pediatras”, recomenda Ana Maria de Mello, superintendente da AMA (Associação de Amigos do Autista)Site externo., de São Paulo, se referindo a 2 de abril, Dia Mundial da Consciencialização sobre o Autismo.
 
Essa dificuldade de diagnóstico foi vivida por Alessandra Frazão, nutricionista e mãe de Pedro, de 6 anos. “Com 1 ano e 8 meses, meu filho parou de falar de repente. Ele também começou a regredir em outras coisinhas, como dar tchau. No início, pensamos que ele fosse diferente. O tempo foi passando e nada do Pedro voltar a falar. Procurei um pediatra e, para ele, estava tudo normal. Procurei um neurologista e falou que era distúrbio de comportamento. Foi uma psicóloga que me disse que era autismo”, lembra.
 
Continuando a história de Alessandra e Pedro, a criança foi levada para uma instituição de ensino. Foi quando Alessandra perguntou para a escola o motivo de Pedro não estar se desenvolvendo. “Olha o que eu escutei: ‘Se ele não se desenvolveu até os 7 anos, a senhora deve se conformar’. Foi aí que eu tive um clique e resolvi procurar informação”, lembra. Acabou chegando na Adefa (Associação em Defesa do Autista)Site externo., em Niterói (RJ), e matriculou o Pedro na escola indicada pela associação, a Metamorfose. Em uma semana, já percebia mudanças. “Chegou lá com 4 anos e 9 meses e, desde então, passou por grandes mudanças positivas. Está menos retraído, menos agressivo, fala bem mais que antes”.
 
Ela acredita que, além da educação, a alimentação também seja responsável pela grande melhora. “É uma alimentação sem glúten, sem caseína e sem açúcar. Com isso, ele está mais tranquilo, mais alegre, menos agressivo”.
 
Cotidiano
 
Pedro não tem um tratamento diferenciado por ser autista (com exceção de alguns cuidados). Durante a semana, estuda em horário integral. Nos finais de semana, sempre que possível está junto com outras crianças e seus primos. “Em nossa família, tratamos o Pedro da mesma forma como os primos. Assim como outras mães, sempre pergunto como foi seu dia. Faço bolo para ele e ele me pede o seu favorito. Ele quer brinquedos, pede para ver filmes na televisão. Caso eu não possa atender sua vontade, explico e ele me entende, como qualquer relação de mãe e filho. Antes, ele ficava ansioso e um pouco agressivo”, alegra-se.
 
Ana Maria é da mesma opinião. “Algumas atitudes são muito de caráter geral na educação de um filho. É importante estabelecer rotinas, dar limites, falar clara e concretamente. Finalmente, é muito importante procurar uma instituição especializada e conhecer outros pais pra poder trocar experiências”, explica Ana Maria.
 
Serviço:
 
AMA (Associação de Amigos do Autista)
Unidade Cambuci e Call Center
Endereço: Rua do Lavapés, 1123 – Cambuci, São Paulo - SP
Telefone: 11 3376-4400
Fax: 11 3376-4403
 
Unidade Parelheiros
Endereço: Rua Henrique Reimberg, 1015 – Parelheiros, São Paulo – SP
Telefone: 11 5920-8018
 
Adefa (Associação em Defesa do Autista)
Endereço: Rua Maria Delfina de Freitas Gomes, 144, Pendotiba, Niterói - RJ
Telefone: 21 2617-8994

Informações sobre Autismo

O que é autismo?

Para reforçar a importância do Dia Mundial da Consciencialização sobre o Autismo (2 de abril), o Vida Mais Livre preparou duas reportagens sobre esta síndrome. Apesar de não haver um consenso sobre o que causa o autismo, os médicos atualmente têm recomendado que o foco seja no diagnóstico precoce, pois é fator primordial para a melhoria destas crianças.
Geórgia Regina Fonseca posa para a foto
Daniel Limas, da Reportagem do Vida Mais Livre
 
Estar sempre sozinho, não desenvolver relações pessoais íntimas, não gostar de abraços, evitar o contato olho no olho, repetir inúmeras vezes determinadas ações e ter apego a objetos. Em alguns casos, a agressão – a si próprio ou a terceiros – é comum. O modo de se comunicar também é diferente: pouca ou nenhuma fala, repetição de palavras e inversão do uso normal de pronomes. A maioria tem algum grau de retardamento mental e outras sofrem de convulsões.
 
Essas são características comuns às pessoas (nem a todas) que têm autismo, que é lembrado em 2 de abril por ser o Dia Mundial da Consciencialização sobre o Autismo. Geralmente, esse transtorno no desenvolvimento se manifesta antes dos três anos de idade e é mais comum em meninos que meninas. Pesquisas indicam que há cerca de um caso de autismo para cada 165 nascimentos. Outros estudos mostram que os casos dessa síndrome têm crescido com o passar dos anos, mas não há um consenso.
 
“Não sabemos ao certo se o número de pessoas autistas está aumentando realmente ou se mais diagnósticos estão sendo feitos, graças a maior quantidade de informação que chega aos médicos”, explica Ana Maria de Mello, superintendente da AMA (Associação de Amigos do Autista)Site externo., de São Paulo. Hoje, ainda não se sabe exatamente o que causa o autismo. Dessa forma, é chamado de Síndrome (conjunto de sintomas e sinais) e como em qualquer síndrome o grau de comprometimento pode variar do mais severo ao mais brando, atingindo todas as etnias e classes sociais, em todo o mundo.
 
“Preventivamente, os médicos recomendam que não se beba, fume ou se tome medicação sem controle médico e que se tenha cuidado com a rubéola na gravidez. Além de ser mandatório o teste do pezinho no bebê o quanto antes. Ou seja, as recomendações feitas de praxe a todas as gestantes e que realmente necessitam ser levadas a sério”, explica Ana Maria. Outros estudos apontam ainda a contaminação por mercúrio (Thimerosal) e outros metais pesados como possíveis causas.
 
Seu diagnóstico até agora é essencialmente clínico. “Não há, até os dias atuais, exames que possam ser apontados como ferramentas diagnósticas, embora as pesquisas no campo da genética e bioquímica estejam se desenvolvendo a passos largos. Sobre o número de nascimentos de crianças autistas, 165 é a nova estatística nos EUA, pois no Brasil sabemos que está aumentando, mas não temos ainda nenhuma estatística”, aponta Geórgia Regina Macedo de Meneses Fonseca (que aparece na foto nesta reportagem), médica pediatra, homeopata, especialista em saúde mental e membro diretor e pesquisadora em autismo da Federação Brasileira de HomeopatiaSite externo.. Géorgia também é mãe de uma menina de 10 anos com autismo.
 
Segundo a médica, o padrão de transmissão genética hoje está bem estabelecido. “Autismo é uma disfunção de origem orgânica. Não cabe mais, à luz dos conhecimentos científicos atuais, se propor outra origem para o autismo que não seja de base biológica. Ele não ocorre por problemas dos pais, porque a mãe não desejou o bebê, porque a babá foi embora, porque a vovó faleceu, porque a família mudou de cidade”, explica. E complementa: “a esta predisposição genética se acrescenta o surgimento de um gatilho ambiental que pode ser o disparador para o início da manifestação da sintomatologia. Este gatilho tem sido intensamente alvo de estudo. As vacinas que o bebê toma antes de um ano chegaram a ser acusadas como sendo os fatores predisponentes, mas até agora os estudos existentes não confirmaram esta hipótese. Fatores ambientais como poluentes, ftalatos, aditivos alimentares e outros, têm sido também apontados como sendo os gatilhos disparadores para estes genes e ainda permanecem como fonte de intensos estudos.”
 
Apesar de não haver um consenso sobre o que causa o autismo, os médicos, atualmente, têm recomendado que o foco seja no diagnóstico precoce, pois é fator primordial para a melhoria destas crianças. “Os pais devem ficar atentos a pequenos sinais demonstrados pelas crianças, como falta de reciprocidade à fala da mãe, ausência de contato ocular durante a amamentação, falta de atitudes antecipatórias do bebêm como estender os braços para ser carregado ao colo, chorar demais ou ser quieto e não usar seu dedinho indicador para apontar objetos de interesse, depois de um ano de idade”, aponta Geórgia.
 
O Vida Mais Livre ainda preparou mais uma reportagem em homenagem à conscientização do autismo. Clique aqui e conheça sobre o desenvolvimento e o cotidiano das crianças com autismoSite externo..
 
 

AMA Associação de Amigos do Autista Com a Turma da Mônica: Um Amiguinho ...

terça-feira, 1 de abril de 2014

Confiança e medo na cidade




De: Zygmunt Bauman

Material para a Inclusão

http://www.lapeade.com.br/equipe.html

BLOG Curso de Educação Especial

http://educacaoespecialluciodeosasco.blogspot.com.br/

CAPE Regional

Centro de Apoio Pedagógico Especializado

Local: Diretoria de Ensino Região Caieiras

Diretorias atendidas pelo CAPE Regional, são elas:

Carapicuíba;
Itapecerica da Serra;
Itapevi;
Osasco e
Taboão da Serra.

Equipe multidisciplinar:

Fonoaudiologia;
Psicologia;
Psicopedagogia;
Terapia Ocupacional e
Auxiliar Administrativo.

Maiores informações na Diretoria de Ensino Região Osasco.


Capacitação com a equipe do CAPE Central

 

































Oficina: Materiais Pedagógicos para sala de alunos com TGD

Professora: Débora Gallis Chamlet 

D.E.R. Norte 2

Atividade realizada: 

Como fazer a rotina de atividades (primeiras 14 fotos). 
Observação: as demais fotos representam parte do trabalho desta excelente professora da sala TGD.

Parabéns a todos.